quarta-feira, 22 de março de 2017

Sentimentos são para transbordar.

Amar é se entregar! Sinto que já ouvi essa frase em algum lugar.
Sentimentos são sensações que não podemos explicar, ou talvez até podemos. Quando sentimos algo por alguém, é como se nossas almas se unissem em uma só residência.
Nossos sentimentos são como as notas daquele instrumento que almejamos um dia tocar e acabam regendo  uma orquestra de tesão e sinfonia ao pé do ouvido, é quando a gente se pega simplesmente admirando alguém cochilar.
Sentimentos são como as inúmeras vezes que andamos de montanha russa. Quando estamos lá em cima, é quando temos a plena certeza do que sentimos, quando estamos na descida, é quando sentimos aquele frio na barriga misturado com medo, e quando aterrissamos, é só o momento em que temos a máxima certeza que fizemos o certo. Mas na real, sabe quando a certeza bate? Quando nos pegamos simplesmente entregues nos braços de um outro alguém.
Mas a questão e a pergunta que não que calar é, de qual sentimento estamos falando mesmo? Ah, eu to falando do sentimento de amar,
amar alguém descontroladamente, descompensadamente, desesperadamente. Tô falando do sentimento que me inspira, que me domina, que simplesmente ilumina a minha vida.
Sentimentos são, sempre uma surpresa, nunca deve ser uma caridade mendigada, algo por compaixão e tão pouco um favor concedido.
Na maior parte das vezes, a gente acaba amando a quem nos ama mal. E deixamos de lado quem o melhor nos quer.
Ande, pense, corra, grite, abuse, use, vá atrás de quem te merece, e acima de tudo, vá atrás de quem te transborde. Quem te transborde? SIM!
Seja 101% você, seja confiante, seja livre e ache alguém que só te acrescente, desse jeitinho que você é, que te transborde de amor, que te transborde de carinho, que faça você se sentir o pacote completo do biscoito, e não só o ultimo.
Ao longo da caminhada, vão haver mudanças? Sim. Serão mudanças positivas? Com certeza. Mas se for pra mudar, mude por você, mude por que deseja, mude para se agradar e não agradar aos outros, afinal, temos que ser nós mesmos,
E por fim, chegamos a conclusão que devemos ser donos dos nossos narizes e que o mundo se curve perante nosso caminhar.
Sentimentos simplesmente são, para transbordar e não, para nos intimidar.